SOMOS LIVRES!

João 8. 31 a 36:

8.31   Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos;

8.32   E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

8.33   Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres?

8.34   Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo aquele que comete pecado é escravo do pecado.

8.35   O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre.

8.36   Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

Li um relato interessante, a respeito de uma bela menina mulata, que foi vendida por 2.500 dólares em um leilão de Nova Orleans, EUA.

No dia seguinte ao leilão, o homem que havia arrematado a menina, foi a casa onde ela trabalhava como escrava.

Ao vê-lo e sabendo que era seu novo dono, a menina disse com tristeza: “Estou pronta para ir com o Senhor”.

Porém, o homem lhe respondeu: “Eu não vim buscá-la para ser minha escrava. Eu a comprei para que sejas livre”.

Quando a menina, espantada, compreendeu o significado daquelas palavras, disse-lhe: “Então eu quero ser sua empregada e servi-lo para sempre!”

Ao observarmos a vida humana, iremos admitir que, embora as pessoas não percebam isso, mas a verdade é que muitos não passam de escravos.

Vivem sem liberdade, sem paz, sem alegria, sem propósitos para viver e sem condições de realizar seus sonhos.

A luta pela sobrevivência, o consumismo, a dificuldade de obter todos os recursos necessários para a manutenção básica da família, têm conduzido as pessoas a um estado de escravidão.

Escravos do sistema, do trabalho, dos impostos. Escravos da propaganda, da tecnologia, da oferta e dos novos lançamentos.

Escravos da concorrência e da inadimplência. Escravos do medo, do crime e da impunidade.

Escravos da lei, da política e dos interesses alheios. Escravos dos vícios, do pecado e da cegueira espiritual.

Escravos do relógio, dos compromissos e do tempo. Escravos da vida.

Essa busca desenfreada, o correr atrás, a necessidade, e a insatisfação humana, têm direcionado as pessoas a uma condição de escravos de um cotidiano que os impede de viver a vida abundante que Cristo prometeu.

Não podemos ignorar que alguém se lembrou de nós, se preocupou com a nossa situação e pagou o preço pela nossa liberdade.

Jesus pagou o mais alto preço. Ele deu tudo o que tinha, entregou sua própria vida por nós, para abolir a nossa escravidão, e nos tornar livres para sempre.

“Cristo nos libertou para que sejamos realmente livres. Por isso, continuem firmes e não se tornem escravos novamente” (Gálatas 5.1).

(Pr. David)

IGREJA BATISTA INDEPENDENTE

Passo Fundo – RS

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