DÍVIDAS PAGAS

Colossenses 2. 6 a 15:

2.6   Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele,

2.7   Nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças.

2.8   Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;

2.9   Porque nele, habita corporalmente toda a plenitude de Deus.

2.10   Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade.

2.11   Nele, também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo,

2.12   Tendo sido sepultados, juntamente com ele, no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos.

2.13   E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos;

2.14   Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz;

2.15   E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.

     

O cerco de Plevna ocorreu durante a guerra russo-turca de 1877 a 1878. Certa noite quando o Czar Alexander fazia uma ronda no acampamento encontrou um homem que havia adormecido enquanto escrevia uma carta para sua esposa.

O oficial contava sobre a dureza do trabalho atrás das trincheiras e dizia que aquilo não era nada se comparado às suas muitas dívidas. Ele escreveu, “Quem pagará as minhas dívidas”? Foi nesse momento que, chorando, ele adormeceu.

O Czar deu uma olhada sobre os ombros do soldado, e leu o que estava escrito no papel. Então, abaixo da pergunta cuidadosamente escreveu: “Eu pagarei – Alexander”.

Quando o oficial despertou, não conseguia acreditar no que via diante de seus olhos. Seu coração saltava de alegria por saber que alguém se importava tanto com a sua situação, a ponto de pagar suas próprias dívidas.

A maior de todas as dívidas do ser humano era com Deus. O pecado, a rebeldia do homem, a desobediência à vontade do Pai celestial, os interesses pessoais e o descaso em relação a tudo que recebeu para sua vida de alegria e felicidade, fez do ser humano um grande devedor diante do Senhor Deus.

Como pagar essa tão grande dívida? Haveria salvação para o homem pecador?

Sim, há uma grande salvação. Alguém escreveu, com sangue, em nossa ficha celestial: “Eu pagarei a sua dívida”. Alguém que nos amou sem que o merecêssemos.

Alguém que, com muito carinho, resolveu nos abraçar e nos proteger. Alguém que rogou ao Pai que nos perdoasse.

Alguém que voltou ao céu, para nos preparar um lugar para estar com Ele por toda a eternidade.

Não foi o pagamento de uma simples dívida de dinheiro, mas o pagamento de nossa dívida espiritual, por causa de nossos pecados, por nossa mesquinhez, por nosso egoísmo, por nossas mentiras, por nosso ódio, por nossa ingratidão.

Jesus pagou o preço. Não temos mais dívidas diante de Deus. Estamos livres.

Livres para viver, livres para cantar, para dançar, para correr e apreciar, sem preocupações, a beleza da natureza. Livres pra amar o semelhante, livres pra ter comunhão com Deus.

Jesus pagou o preço com sua própria vida.

E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou (2Coríntios 5. 15).

“E havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz”       (Colossenses 2. 14).
(Pr. David)

IGREJA BATISTA INDEPENDENTE

Passo Fundo – RS

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