BRINCADEIRA DE CRIANÇA OU PROBLEMA DE ADULTO?

Marcos 11. 22 a 26:

11.22   Ao que Jesus lhes disse: Tenham fé em Deus;

11.23   Porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele.

11.24   Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.

11.25   E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.

11.26   Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas.

Zeca, um menino de oito anos, certo dia entra em casa irritado, xingando e batendo os pés. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo, chama o menino para uma conversa.

Zeca o acompanha desconfiado, e antes que seu pai dissesse alguma coisa, expõe sua versão: Pai, estou com muita raiva. O Juca não devia ter feito isso comigo. Desejo que aconteça tudo de mal a ele, quero que ele morra.

O pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar: O Juca me humilhou na frente dos meus amigos, e ainda os colocou contra mim! Não aceito isso! Gostaria que ele ficasse doente.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um pequeno galpão onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco de carvão até o fundo do quintal e o menino o acompanhou. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele fizesse alguma pergunta o pai lhe propõe algo:

Filho, faça de conta que aquela roupa branquinha que está no varal é o seu amigo Juca, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a ele.

Quero que você jogue todo o carvão do saco na roupa branca, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a roupa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. O tempo passou e ele terminou a tarefa.

O pai que espiava de longe se aproxima do filho e pergunta: Como está se sentindo agora? Estou cansado, mas aliviado, e me sinto alegre porque acertei muitos pedaços de carvão.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e lhe fala com carinho: Agora venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho o acompanha até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz calmamente: Filho, você viu que a roupa quase não sujou; mas, olhe só para você! O mal que desejamos aos outros é semelhante ao que lhe aconteceu.

Por isso, antes de atrapalharmos a vida de alguém com nossos pensamentos, precisamos saber que a mágoa, o rancor e outros sentimentos ruins sempre se manifestam mais em nós mesmos do que no outro.

O que aconteceu com Zeca o personagem da nossa história, pode também acontecer conosco. Mas nós também temos um pai amoroso, nosso Deus, que nos ensina a lidar com os sentimentos.

Mas tenha cuidado, na vida real sentimentos não são apenas manchas de carvão. Podem marcar pra sempre a vida das pessoas. Por isso é muito importante praticarmos o que o Senhor Jesus nos ensinou.

 

Lucas 6. 27 a 36:

6.27   Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam;

6.28   Bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam.

6.29   Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica;

6.30   Dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda.

6.31   Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles.

6.32   Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam.

6.33   Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso.

6.34   E, se emprestais àqueles de quem esperais receber, qual é a vossa recompensa? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto.

6.35   Amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhum pagamento; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus.

6.36   Sejam misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai celestial.

 

IGREJA BATISTA INDEPENDENTE

Passo Fundo – RS

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